quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Contextos de Alfabetização (slide)

Postado por Nyh! Marinho. às 09:42 0 comentários Links para esta postagem

terça-feira, 28 de julho de 2009

Pensamento do Dia, rs

Postado por Nyh! Marinho. às 10:42 0 comentários Links para esta postagem
Não crie o diabo para se parecer com Deus, a educação não precisa mais disso, seja apenas um bom profissional, comprometido com os alunos e com vc mesmo. Respeito é a palavra chave!
Nyh! Marinho!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Avaliação da produção do portfólio!!

Postado por Nyh! Marinho. às 12:38 0 comentários Links para esta postagem

Falar de mim, tudo o que fiz e o que não fiz, foram dentro das minhas possibilidades, a maioria dos descritores me pareciam úteis e primordiais para a construção deste portfólio. Não, não fico orgulhosa por ter deixado coisas para trás por aqui, mas esse foi um período de ‘Deus me Acuda’...foram muitas coisas p q eu fizesse! Só peguei professores que não me permitiam q eu fosse p casa esquecer da faculdade, tampouco esquece-los. Rs.
Vivi a faculdade 22 horas por dia esse semestre, se eu não parasse as 2 horas p relaxar, eu teria matado alguém, eu falo sério. Embora tenha sido um período estressante, foi um período de muitas realizações pessoais acadêmicas (se isso existe, rs), e nessas realizações foi onde eu me perdia nas postagens do blog.

Minha relação com os propósitos gerais do blog. As datas, as datas foram o meu tormento. Era muita coisa dentro de uma semana, que por N questões, eu não conseguia cumprir todas as tarefas, na semana seguinte eram mais coisas a serem feitas...E assim eu ficava perdida rápido demais. Não que eu queira me justificar, mas fazer uma análise de como fui ou deixei de ser, acaba me fazendo colocar minhas dificuldades para a relação como os prazos que me/nos eram dados. Se fosse por questão de escolha eu teria feito todas as postagens, pq essa foi uma das mais importantes disciplinas desse semestre, mas por falta de tempo mesmo, ou pior, talvez eu seja incompetente a ponto de não saber administrar o tempo q eu tinha. Acho q sobre minha impressão da construção do blog, já falei tudo oq eu acredito, logo, finalizo por aqui a disciplina. Mas continuarei fazendo uso do blog para questões de movimento estudantil e práticas pedagógicas no geral!

Até mais!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Síntese Conclusiva

Postado por Nyh! Marinho. às 11:05 0 comentários Links para esta postagem
Blog’s!

Blog’s são bons,
não matam árvores,
só precisam de fibra ótica e de água que corre pelo rio.
É mais vantajoso,
eu escrevo e não se apaga,
cachorro não come,
não cai na lama e não molha.
A única eventualidade maléfica é se falta luz.


Com essa minha profunda reflexão, eu começo a colocar as minhas impressões sobre a construção deste portfólio.

Primeiramente, como já citei aqui neste blog outra vez, a 1ª impressão que tive sobre a construção do blog como meio de produção me deixou muito contente, era a oportunidade de produzirmos algo. Esses dias tenho pensado muito sobre esse aspecto da pedagogia, somos todos muito críticos e nada, ou pouco produzimos. Quando eu relatei sobre não me adaptar a pressão de se escrever algo que o outro espera ler, não estava querendo me justificar pelas postagens q faltavam, embora pareça q fosse. Entendo os pontos q devem nos nortear, mas ter toda semana alguém que tenta impor o nosso comprometimento com a matéria fazendo-nos ameaças, não é o meio que eu, Elisete, acho pertinente e coerente. Como já disse no início deste texto, acho que o blog foi uma ótima idéia para nos tirar dessa redoma critica e nos fazer partir para o campo da criação, porém, acho q essa relação que se deu no começo do período fugia dessa linha, fazer resumos das aulas quando tínhamos sempre coisas p fazer, me pareceu estranho, pq saímos do novo e caímos no ‘coisas q faríamos em papel q passou a ser feita no blog’, exceto a criação do vídeo, que partiria para um campo mais de elaboração de projeto e etc.


Ponto positivo, fico contente em ver pessoas que não sabiam manusear as ferramentas q se viram diante do impossível, se assustaram, se desesperaram e hoje conseguem fazer coisas que eu, q tenho blog’s a algum tempo, não sei como eles fizeram. Estimulou grande parte dos alunos a meterem as caras diante do PC p escreverem, pesquisarem e etc.

Os conteúdos dos textos e as aulas em si, me ajudaram muito quando eu cai no campo prático da sala de aula, fiz a matéria “estágio 1”, e muitos exemplos e situações citados em sala de aula refletiam-se na sala em que fiz a observação, quanto a escolha dos textos e a temática desenvolvida pelo professor, só tenho a parabeniza-lo. Os discursos sobre "a criança não vem p escola como um vaso sem nada", que "devemos aproveitar todos os conheciemtnos que a criança trás consigo", "A escola formal não detém a sabedoria nem o conheciemtno pleno q deve ser passado p criança" não era novo p gente, mas especificamente, focado só em letramento e alfabetização infantil, foi novo...e muito proveitoso!

Em suma, acredito que o objetivo principal da disciplina que tem como intuito, Compreender os processos de aquisição e desenvolvimento da língua escrita e oral na educação infantil, foi atingido, não só por mim, mas acredito que pela maioria da turma, foi uma boa matéria, foi um bom curso...com os problemas q surgem nas melhores turmas! Rs

Afinal de contas, aluno é aluno...seja ele com 3 anos ou com 53 anos. Acabei de me lembrar de um fato na escola que eu estagiei. A professora estava passando a letra ‘I’ para os alunos copiarem ou desenharem (como queira), e um aluno veio até mim quase chorando, dizendo que não sabia:

-Tia, eu não consigo, tia eu não consigo.

Insisti com ele para que ele tentasse fazer sozinho, ele começou a chorar dizendo que não conseguia. Pontilhei os ‘I’ para que ele pudesse cobrir, aí a professora me falou que eu não deveria fazer isso, pq ele conseguia, era charme. Logo após o recreio, ele veio de novo a mim para que eu pontilhasse os ‘I’ para que ele cobrisse, eu me neguei e ele fez sozinho e conseguiu fazer e fez bem. Rs

Aluno é aluno em qq lugar do mundo, tudo q fazemos não é por mal, é instintivo!

Quanta gente disse que não conseguiria fazer o blog? Quanta gente o fez e fez bem?! Rs




sexta-feira, 19 de junho de 2009

Pink Floyd - Another Brick in the Wall

Postado por Nyh! Marinho. às 08:35 0 comentários Links para esta postagem






Somos oq podemos ser ou somos quem queremos ser?!

Texto 6

Postado por Nyh! Marinho. às 08:33 0 comentários Links para esta postagem

A construção do conhecimento sobre a escrita

Ana Teberosky e Teresa Colomer.




O texto relata o ponto de vista da criança ao aprender a ler e a escrever. Elas colocam em evidencia a forma como a criança constrói sua relação de aprendizagem com a linguagem e escrita.

As autoras colocam no texto a relação e a dificuldade que as crianças enfrentam na sua alfabetização. As dificuldades que as crianças enfrentam para a assimilação da língua escrita, não as tornam seres que apenas estão recebendo a informação a ser compreendida. Dentro deste campo de aprendizagem, as crianças despertam curiosidades para investigar e levantar hipóteses, essas situações são citadas pelas autoras.

Os caracteres influenciam muito na interpretação da leitura das crianças. Através da quantidade de caracteres as crianças levantam hipóteses e interpretam as formas e tipos de textos. A interpretação dos alunos em relação a intencionalidade comunicativa faz parte da alfabetização inicial, quando pode-se verificar se o aluno aprendeu ou não. Em alguns casos é a relação que os alunos fazem com os textos que servem para ler.

O nome e a relação que as crianças a serem alfabetizadas criam é o mais interessante do texto, para as crianças, a intenção da escrita é escrever o nome das pessoas e das coisas. Sua percepção sobre a capacidade e possibilidade da escrita só vem mais tarde, quando alcançam a capacidade silábico-alfabética.

O texto bem a nos esclarecer (mais uma vez) que a escola não é o único ambiente onde se obtém conhecimento, mas sim onde esses conhecimentos já adquiridos possam ser aprimorados. Que a criança não vai a escola para ser um ser passivo na construção do seu aprendizado, mas que lá ele possa desenvolver características que aprimorem seus conhecimentos. A criança não aprende tudo com o adulto e também não aprende tudo sozinha. O adulto é um auxiliador no processo da aprendizagem, e este não deve tolir a criança a cada erro, mas sim respeitar o tempo de cada uma, até que esta possa aprender e chegar a suas conclusões, não só sobre alfabetização, por si só.

Texto 5

Postado por Nyh! Marinho. às 08:33 0 comentários Links para esta postagem

Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem.

Emília Ferreiro



O texto baseia-se nas teorias de Piaget. A autora trás os problemas cognitivos que desencadeiam a dificuldade de algumas crianças para desenvolver a leitura e escrita.

Emilia ferreiro caracteriza o processo de leitura em três fases.

A primeira fase caracteriza-se pela identificação de letras que não coincidem com o som. A criança não consegue identificar o som ao que está escrito, mas reconhece que as letras querem dizer algo que está sendo dito.

A segunda fase, a criança já consegue reconhecer algumas letras, porém não as identificam juntas. Ainda não são capazes de ler o codificar totalmente o que elas querem dizer.

A terceira e última fase a silábica alfabética, a criança já tem um domínio sobre a escrita, conseguindo compreender a lógica da leitura e da escrita. Nessa fase geralmente a criança já tem uma relação com as operações matemáticas.

Essa relação matemática quando compreendida auxilia muito a criança na aprendizagem da escrita, segundo a autora, a criança utiliza dos número de letras para significar algumas palavras no plural. Outras vezes utiliza do uso de uma única palavra para remeter tora uma oração.

A autora relata que todo tipo de experiência no processo de aprendizagem da escrita e leitura tem que ser observada e tratada com cuidados e sem repressões, para que as crianças não sintam-se incapazes e nem percam o estimulo da leitura.

 

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